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Relatoria comisión barrial (Español/Portugués)
Enviado por admin el Mar, 03/23/2010 - 01:21.
Español
Conclusiones Comisión Barrial.
Así como la ideología capitalista expandida en todos los ámbitos de la vida ha tenido que desarrollar a lo largo de la historia mecanismos educativos, tecnológicos, médicos, sexuales, morales, comunicacionales, etc. que le han permitido sostener su sistema, los pueblos en lucha también han sabido generar herramientas de resistencia ante este sistema hambreador, explotador, opresor, represor generando la construcción del poder popular.
Luego de leer el documento disparador, la comisión consensuó en tomar las preguntas del mismo como referencia para llevar adelante la discusión:
Ø Cuáles son los obstáculos con los que chocan nuestras prácticas.
Ø Qué alternativas de construcción social podemos ir desarrollando en los diferentes espacios que vayan rompiendo la fragmentación. Cómo avanzamos en nuestros espacios de resistencia teniendo en cuenta una intencionalidad política clara de aumentar los niveles de cooptación en todos los espacios sociales y populares por parte del estado, las instituciones religiosas, etc.
En cuanto a la primer interrogante se visualizó lo siguiente:
Vemos que el problema de la droga (narcotráfico) y el control social dentro de los movimientos ya no puede ser eludido en las discusiones dentro del marco del ELAOPA para tratar de encontrar soluciones en conjunto.
El problema de la droga no sólo por lo que ella en sí implica, sino también por el tipo de prácticas que genera en las personas.
Desde los compañeros argentinos se manifestó la preocupación por el lugar que ocupan los llamados “punteros políticos”.
La presencia policial permanente dentro de nuestros barrios que genera a nivel de la sociedad entera, la criminalización de la pobreza.
Después del intercambio se pasó a visualizar las alternativas que se propone la segunda pregunta disparadora. Se llegó a las siguientes propuestas:
· Consenso en que la vía dentro del trabajo barrial es la integración.
· Crear conciencia de solidaridad en nuestros barrios.
· Buscar la coordinación entre los diferentes espacios sociales de la zona, entendiendo que el movimiento barrial, estudiantil y sindical son parte de una misma lucha.
· Apostar al diálogo como herramienta.
· Promover desde nuestros espacios de resistencia prácticas de organización y autogestión resaltando los valores de solidaridad y horizontalidad propios de la gente.
· Pensar en forma coordinada las estrategias para trabajar las múltiples dificultades de nuestros barrios (desempleo, droga, desnutrición, etc.)
· Importancia de la información y la propaganda para la formación de nuestros vecinos y compañeros utilizando un lenguaje comprensible.
· Interiorizarnos de las luchas y resistencias a nivel regional local (dentro de cada país) y regional general (Latinoamericano)
· Coordinar fuerzas a nivel regional (ELAOPA) para poder comenzar a concretar acciones de empoderamiento de los bienes a los cuales no tenemos acceso.
· Profundizar la coordinación para generar nuestro propio lenguaje y nuestros propios medios de comunicación.
· Intercambiar materiales de discusión en cuanto a las distintas experiencias y problemas con que nos encontramos las organizaciones barriales y sociales a la hora de organizarnos para la lucha.
· Reflotar la página web del ELAOPA para que nos sirva como foro-debate y para intercambiar información de manera fluida.
Finalmente la comisión abordó el tema del IIRSA. A la hora de comenzar el debate se visualizaron algunas similitudes a nivel general de las problemáticas que hay en cada país acerca del tema: la nula información por un lado y por otro el discurso disfrazado de supuesto desarrollo de los países, generando una falsa ilusión de progreso a la clase oprimida. Al mismo tiempo, se observa la dificultad de trabajar este tema en nuestros barrios ya que compromete el trabajo de muchos de nuestros vecinos.
Teniendo en cuenta esto, se propone como una de las formas para difundir el tema, buscar las fisuras y ejemplos concretos de nuestra actualidad (en el caso de Uruguay, ejemplos como la Policlínica de Santa Catalina, BOTNIA, etc.) que nos permitan desenmascarar el discurso de las clases dominantes. En este mismo sentido es que también pueden ser utilizados para el trabajo, los propios antecedentes históricos que nuestros pueblos han sufrido.
Se propone que cada país visualice las empresas tanto transnacionales como nacionales que financian los distintos proyectos.
En cuanto a las actividades a realizar, se observó la dificultad de salir a la calle directamente con este tema por lo que se propuso realizar actividades de acción directa hacia los propios detentadores del capital con el cual se financian los diferentes proyectos
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Portugués
Conclusões da Comissão de Bairro
Assim como a ideologia capitalista expandida em todos os âmbitos da vida vem tendo a necessidade de desenvolver, no percorrer da história, mecanismos educativos, tecnológicos, médicos, sexuais, morais, comunicacionais, etc., que a têm permitido sustentar o seu sistema, os povos em luta também vem sabendo criar ferramentas de resistência diante deste sistema que produz e preserva a fome, explora, oprime e reprime, colocando em prática a construção do poder popular.
Logo após a leitura do documento-disparador, a comissão consensuou em retirar as perguntas do mesmo, como referência para levar adiante a discussão:
• Quais são os obstáculos com que se chocam as nossas práticas?
• Quais alternativas de construção social podemos ir desenvolvendo nos diferentes espaços que vão romper essa fragmentação? Como avançamos em nossos espaços de resistência, tendo em conta uma intencionalidade política clara de aumentar os níveis de cooptação em todos os espaços sociais e populares, em contraposição ao estado, às instituições religiosas, etc.
Quanto a primeira pergunta se visualizou o seguinte:
Vemos que o problema da droga (narcotráfico) e o controle social dentro dos movimentos já não pode ser evitado nas discussões dentro do marco do ELAOPA, para procurar encontrar soluções em conjunto.
O problema da droga não só pelo que ela em si implica, mas também pelo tipo de prática que ela gera nas pessoas.
Desde os companheiros argentinos se manifestou a preocupação pelo lugar que ocupam os chamados "ponteiros políticos" (políticos envolvidos com o próprio tráfico).
A presença policial permanente dentro de nossos bairros que gera, a nível da sociedade inteira, a criminalização da pobreza.
Depois da discussão, se passou a visualizar as alternativas que se propõe a segunda pergunta-disparadora. Se chegou as seguintes propostas:
• Consenso de que a via dentro do trabalho de bairro é a integração.
• Criar consciência de solidariedade em nossos bairros.
• Buscar a organização entre os diferentes espaços sociais da região, entendendo que o movimento de bairro, estudantil e sindical são partes de uma mesma luta.
• Apostar no diálogo como ferramenta.
• Promover, a partir de nossos espaços de resistência, as práticas de organização e autogestão, ressaltando os valores de solidariedade e horizontalidade próprios do povo.
• Pensar de forma coordenada as estratégias para trabalhar as múltiplas dificuldades de nossos bairros (desemprego, droga, desnutrição, etc.)
• Importância da informação e da propaganda para a formação de nossos vizinhos e companheiros, utilizando uma linguagem compreensível.
• Estar informados das lutas e resistências a nível regional-local (dentro de cada país) e regional (Latino-americana)
• Organizar forças a nível regional (ELAOPA) para poder começar a concretizar ações de fortalecimento dos bens aos quais não temos acesso.
• Aprofundar a organização para gerar nosso própria linguagem e nossos próprios meios de comunicação.
• Trocar materiais de discussão sobre as diferentes experiências e problemas com quais nos encontramos nas organizações de bairros e sociais para no momento da luta estarmos preparados.
• Renovar o sítio de internet do ELAOPA para que nos sirva como fórum-debate e para trocar informação de maneira fluída.
Finalmente a comissão abordou o tema do IIRSA. No momento de começar o debate, se visualizaram algumas similaridades a nível geral das problemáticas que existem em cada país sobre o tema: a falta de informação, por um lado, e, por outro lado, o discurso disfarçado do suposto desenvolvimento dos países, gerando uma falsa ilusão de progresso da classe oprimida. Ao mesmo tempo, se observa a dificuldade de trabalhar este assunto em nossos bairros, já que afeta o trabalho de muitos de nossos vizinhos.
Tendo em conta isso, se propõe, como uma das formas para difundir o assunto, buscar falhas e exemplos concretos da nossa realidade (no caso do Uruguai, exemplos como a Policlínica de Santa Catalina, BOTNIA, etc.) que nos permitam desmascarar o discurso das classes dominantes. Neste sentido é que também podem ser utilizados para o trabalho, os próprios antecedentes históricos que nossos povos têm sofrido.
Se propõe que cada país visualize as empresas, tanto transnacionais, como nacionais, que financiam os distintos projetos.
Quanto às atividades a serem realizadas, se observou a dificuldade de sair pra as ruas, justamente por haver falta de informação relacionada ao tema, pelo qual se propôs realizar atividades de ação direta. Então, de fato, existe uma carência de estudos e dados sobre os próprios detentores do capital que financiam esses diferentes projetos.






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